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quarta-feira, 26 de março de 2014

Sorriamos

Num desses domingos quaisquer, dia deveras ordinário o domingo, papai me ensinou um preceito budista; não que ele – muito respeito com ele! – seja alguma douta autoridade, em assuntos religiosos ou filosóficos, acredito inclusive que nem é muito muito do seu gosto ou feitio sair aconselhando as pessoas. Mas o tal preceito alegrou o tal do meu domingo: “Quando não tiver mais nada o que fazer ou pensar, sorria”. Fiquei matutando algumas horas, e ainda matuto, sobre tal preceito. Cheguei a uma conclusão: que deveria sorrir mais.
Confesso que não sou muito bom na arte do sorrir, pareço um tanto quanto bobo quando o faço, mas é uma grande alegria sorrir. Pense bem. Quando sorrimos das coisas mais bobas, banais, esses os são verdadeiros sorrisos e assim iluminamos nossas almas, trazemos uma alegria imensa para nossas almas. Quase sempre tolhemos nosso direito de sorrir, de gargalhar, de rir. Nos privamos da felicidade, da alegria, do prazer, do joie de vivre.