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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Das Amizades

Antes de voltar a falar de assuntos que me são externos, têm vários assuntos no noticiário que despertaram interesse em mim, e acho que me merecem a minha singela atenção, permita-me, leitor, a ainda escrever sobre alguns assuntos internos.
Sou adepto do que chamo de misantropia seletiva: apesar de não gostar de conviver com pessoas, de modo geral tenho, basicamente medo do ser humano, algumas poucas pessoas me são muito caras. Minha família e meus amigos, basicamente.
O problema aqui é conceitual: ser família não significa apenas compartilhar um linhagem de sucessivas heranças e misturas genéticas, nem uma linha hereditária, família acredito ser algo muito mais profundo, uma ligação muito mais profunda; já a amizade talvez seja o mais puro dos amores, pois ela trespassa gênero, crença, costumes e tudo o que tiver pela frente. Sócrates, através de Platão, considera-o um dos mais puros dos amores possíveis.

domingo, 17 de agosto de 2014

Memórias Paulistanas: Vila Maria Zélia, Brás, Mooca (1998)

Esse post vai ser um pouco diferente, ao invés de eu escrever um texto sobre qualquer assunto, resolvi compartilhar contigo um pouco das minhas memórias, algumas das melhores, que tive da cidade antes de me mudar para Porto Alegre.
Essas fotos foram batidas em 1998, ou 1999, não me lembro muito bem, para um trabalho de geografia da cidade de São Paulo e seus antigos bairros operários.
Todas as fotos foram batidas com uma Pentax, não sei o modelo agora, e digitalizadas agora por mim mesmo.

Os créditos dessas fotos, não são minhas, tinha 15-16 anos à época, são todas do Humberto Athayde, A.K.A. Papai.