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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Jihadistas na Vila Carrão

Mulheres utilizam o hijab tradicional
Os últimos episódios de terrorismo ao redor do mundo tem mostrado, mais uma vez, o lado mais feio, sim, estou sendo pueril, da humanidade. Seja por conta dos ataques em si, para mim que não professo fé alguma, não faz sentido você tentar dominar alguém por conta de uma crença, de meia dúzia de conceitos metafísicos, apesar de respeitar e entender quem tenha fé, seja por conta das consequências sociais sejam elas políticas/militares.
É urgente notar que, não importa as ações militares ou políticas, o terror ganhou a guerra. As cicatrizes geradas por uma série de ações e reações, todas truculentas e atabalhoadas, gerou o novo arranjo geopolítico do século 21.
Não há mais como fechar a caixa de Pandora: para o Ocidente, em termos gerais, todo muçulmano é um terrorista-jihadista-fundamentalista em potencial, e para o Islã todo ocidental é um sionista-imperialista-inimigo-da-fé em potencial.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Um Paulistano


OBS.: O texto que se seguirá é de cunho altamente ficcional, baseado na minha pura imaginação, qualquer semelhança com a realidade, fatos e pessoas, vivas ou mortas, é mera coincidência.

Meu bom leitor, proponho um exercício de criatividade hoje. Imaginemos uma pessoa nascida na capital do estado de São Paulo, mais ou menos nos anos 1980. Essa pessoa é oriunda de uma família estável, morou a vida inteira em um bairro de classe média típico, digamos o Jabaquara, educado em boas escolas, mesmo quando eram públicas, com muito esforço seu, e de seus pais, entrou na USP, conseguiu alguma independência financeira, no começo do entendimento da vida política tinha medo do PT, pelo fato de ser... o PT, tinha uma leve admiração pelo Mário Covas, influenciado pela mãe, principalmente.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Das Amizades

Antes de voltar a falar de assuntos que me são externos, têm vários assuntos no noticiário que despertaram interesse em mim, e acho que me merecem a minha singela atenção, permita-me, leitor, a ainda escrever sobre alguns assuntos internos.
Sou adepto do que chamo de misantropia seletiva: apesar de não gostar de conviver com pessoas, de modo geral tenho, basicamente medo do ser humano, algumas poucas pessoas me são muito caras. Minha família e meus amigos, basicamente.
O problema aqui é conceitual: ser família não significa apenas compartilhar um linhagem de sucessivas heranças e misturas genéticas, nem uma linha hereditária, família acredito ser algo muito mais profundo, uma ligação muito mais profunda; já a amizade talvez seja o mais puro dos amores, pois ela trespassa gênero, crença, costumes e tudo o que tiver pela frente. Sócrates, através de Platão, considera-o um dos mais puros dos amores possíveis.

domingo, 17 de agosto de 2014

Memórias Paulistanas: Vila Maria Zélia, Brás, Mooca (1998)

Esse post vai ser um pouco diferente, ao invés de eu escrever um texto sobre qualquer assunto, resolvi compartilhar contigo um pouco das minhas memórias, algumas das melhores, que tive da cidade antes de me mudar para Porto Alegre.
Essas fotos foram batidas em 1998, ou 1999, não me lembro muito bem, para um trabalho de geografia da cidade de São Paulo e seus antigos bairros operários.
Todas as fotos foram batidas com uma Pentax, não sei o modelo agora, e digitalizadas agora por mim mesmo.

Os créditos dessas fotos, não são minhas, tinha 15-16 anos à época, são todas do Humberto Athayde, A.K.A. Papai.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Era Para Ser Um Mosteiro, Mas Foi um Happening

No último domingo (20), Páscoa, eu e minha esposa, uma mulher muito espiritualizada mas não necessariamente religiosa, fomos assistir a missa no Mosteiro de São Bento, localizado bem no centro de São Paulo. Ela, foi por conta da alma; eu, por conta do canto gregoriano e por conta do concerto de órgão. Aliás, essa é uma ótima dica cultura para os paulistanos: todo domingo às 10:00 o mosteiro oficia missa com concerto de órgão e com canto gregoriano, é uma missa linda, alegre e leve.
Chegamos com mais de meia-hora de antecedência, e como de praxe, o mosteiro encontrava-se completamente lotado. Sigamos o mesmo roteiro e ficamos do lado esquerdo da nave, debaixo do órgão de pé.